A queda dos experts
A pandemia colocou em xeque o papel exercido pelos intermediadores da ciência com a política.
Candidata a Deputada federal · RJ · 4013
Professora da UFRJ, vereadora do Rio e primeira mulher à frente da Ciência e Tecnologia da cidade. Quero levar para Brasília um projeto de país, não um pacote de promessas.
Naves do Conhecimento, de 9 para mais de 40
na Secretaria de Ciência e Tecnologia do Rio
Votos para vereadora em 2024, pelo PSB
Prêmio por “História da Matemática”, 2013
Quem sou?
Dou aula de matemática na UFRJ há mais de vinte anos e nunca aceitei a ideia de que ciência é coisa de especialista falando com especialista.
Quando presidi o sindicato dos professores, em 2015, a universidade estava sendo estrangulada por cortes. Criamos a campanha Conhecimento Sem Cortes e mostramos que dava para reagir.
Escrevo também. “O dia em que voltamos de Marte” trata do que me move hoje: quem decide o que a ciência faz, e para quem.
O que já fiz?
De 9 para mais de 40 espaços públicos, com as Naves Satélite e as Navezinhas Cariocas.
Financiamento direto para a produção científica feita por mulheres.
Bolsas para universitários atuarem resolvendo problemas da cidade.
Programa · Brasil Soberano 4.0
Mais do que plataforma eleitoral, é uma visão de país: desenvolvimento, democracia, ciência e justiça social como uma estratégia só.
Missão 1
Bioeconomia, transição energética, adaptação climática.
Missão 2
Educação, inovação e IA como infraestrutura de desenvolvimento.
Missão 3
Audiovisual, games, música, carnaval e livro como economia.
Missão 4
Novo pacto social diante das transformações do trabalho.
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Textos e ideias
A pandemia colocou em xeque o papel exercido pelos intermediadores da ciência com a política.
Compreender os fatores que culminaram na decisão de vários governantes de voltar às ruas antes do tempo recomendado para enfrentar a pandemia do coronavírus demanda uma análise cuidadosa.
A vitória de Jair Bolsonaro é o desfecho trágico de uma crise que envolve diferentes temporalidades e espectros políticos. Tudo começou com as manifestações de junho de 2013, seguidas pelo golpe contra Dilma Rousseff em 2016 e, finalmente, a eleição de Bolsonaro em 2018.
Como fazer frente ao ceticismo que atinge a ciência e a política?
Devemos defender a liberdade de expressão, mas precisamos olhar de perto o que move os militantes ativos em direção às igrejas conservadoras.
Não há corrupção nem desvio de dinheiro nas universidades públicas que justifique investigações judiciais.
CNPJ da campanha 00.000.000/0001-00 · Coligação – Brasil Pronto pra Mais · Site hospedado no Brasil