Tornar invisível o trabalho das mulheres – a história é longa
Resenha do livro Calibã e a Bruxa, de Silvia Federici.
Sou cientista, professora da UFRJ, primeira mulher Secretária de Ciência e Tecnologia da Prefeitura e vereadora eleita pelo PSB do Rio, com 16.957 votos. Quero ser uma voz contra os retrocessos e as ameaças da extrema-direita. Defendo a educação, a ciência e a tecnologia para transformar o Rio numa cidade mais democrática e justa.
A criação do parque Laranjeiras é uma luta que completa 10 anos em 2026. A vereadora Tatiana Roque apresentou o Projeto de Lei Nº 2182/2026 na Câmara Municipal criando oficialmente o parque, que deverá ter proteção da vegetação da área, programação de lazer, cultura, esporte e educação e pesquisa da fauna e flora locais.
Primeiro bairro operário planejado do Brasil, Marechal Hermes, é o terceiro bairro mais filmado do Rio de Janeiro.
O Projeto de Lei Nº 2157/2026 de autoria da vereadora Tatiana Roque propõe o reconhecimento do bairo como Distrito de Economia Criativa do Audiovisual, impulsionar a vocação local, com incentivos fiscais, capacitação dos moradores para trabalhar no setor audiovisual e a utilização de mão-de-obra local em produções, que podem gerar emprego, renda e oportunidades, além de promover a difusão cultural e a inovação.
Sou professora titular do Instituto de Matemática da UFRJ e vereadora eleita do Rio de Janeiro pelo PSB, com 16.957 votos. Atuo em programas de formação de professores há 20 anos. Meu livro História da Matemática foi um dos vencedores do Prêmio Jabuti. Em 2021, publiquei O dia em que voltamos de Marte, também finalista do Prêmio Jabuti. Analiso a relação entre a ciência e a política, apontando caminhos para combatermos as mudanças climáticas aqui na Terra.
Fui presidente do sindicato dos professores da UFRJ, a ADUFRJ, onde implementei instrumentos de democratização das decisões da entidade e liderei lutas em defesa da educação e da pesquisa, como a campanha “Conhecimento Sem Cortes”. Ainda na universidade, coordenei o Fórum de Ciência e Cultura da UFRJ. Sou vice-presidente da Rede Brasileira de Renda Básica, organização que reúne pesquisadores, políticos e ativistas que vêem a Renda Básica como instrumento de combate às desigualdades.
Em 2022, fui candidata a deputada federal e obtive 30.764 votos no Estado do RJ, tornando-me a primeira suplente do PSB-RJ.
Em fevereiro de 2023, assumi a Secretaria Municipal de Ciência e Tecnologia da cidade do Rio de Janeiro, a convite do prefeito Eduardo Paes, tornando-me a primeira mulher a ocupar tal cargo. Durante os 14 meses de gestão, implementei ações de inclusão digital, popularização da ciência e qualificação profissional. Ampliei o projeto das Naves do Conhecimento de 9 para mais de 40 espaços públicos, com a abertura de novas unidades e a criação das Naves Satélite e das Navezinhas Cariocas. Fiz parcerias entre as universidades e a prefeitura, Também institui o Prêmio Elisa Frota Pessoa para mulheres na ciência e o Programa Jovem Cientistas Cariocas, que oferece bolsas a estudantes universitários para atuar nos equipamentos da prefeitura ajudando a resolver os problemas da cidade. Assinei um convênio com a ABDI para criar um hub de inovação em Inteligência Artificial, no Porto Maravalley, para fomentar empresas de egressos de universidades.
Sou candidata a vereadora para ampliar esses projetos. Também para atuar na preparação da cidade para as mudanças climáticas e na defesa dos direitos das mulheres. Vejam minhas propostas por tema. Peço o seu voto para termos uma professora, cientista, mulher na Câmara dos Vereadores. Vote Tatiana Roque 40123.
Resenha do livro Calibã e a Bruxa, de Silvia Federici.
Chico foi por muito tempo a imagem do homem que entende as mulheres. O que salva.
Vou direto ao assunto. Claro que amo você, mas certas coisas me irritam (e DR é pra isso, né?). Fiz uns tópicos pra gente enfrentar junto:
TEMA EM DISCUSSÃO: Cobrança de mensalidades nas universidades públicas
Hoje, evitar o impeachment. Mas em seguida, inventar lógicas que recuperem a política como projeto coletivo, resgatem a esfera pública e reabilitem a potência da ação coletiva.
Pensar dentro dos cânones acadêmicos exige uma série de habilidades — foco, concentração, distanciamento, precisão, enrijecimento do corpo, dureza frente à aridez e à solidão do trabalho intelectual. Será que os homens têm mais facilidade com isso do que as mulheres?
Os protestos urbanos dos últimos anos irromperam, se irradiaram e se multiplicaram de modo diagramático. Não passaram por um programa político — consciência política ou representação — passaram muito mais por uma dimensão micropolítica, afetiva, existencial.